segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Terrorhertz - Contos Macábros # 03 - RKxaB5

Olá mortais, tio Lucy novamente trazendo para a nossa amada e pavorosa frequência do medo, mais uma edição dos contos macábros, hoje trazendo um conto do Tio Dio e narrado por nada mais nada menos que moi.





No nosso conto de hoje, mostraremos o que o vício em tecnologia pode causar ao ser humano.

Peguem seus fones de ouvido, acomodem-se em suas cadeiras e sintam o medo tomar conta de suas almas.


Download Aqui.
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Rádio Budega e Terrorhertz avisam, se seu celular der pau, você ver coisas macabras através dele ou qualquer similaridade com coisas deste conto, qualquer semelhança é mera coincidência... ou não...

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Nos vemos na próxima cambada!

2 comentários:

  1. PQP! Dou de cara com um tema desses logo no dia em que decido fazer uma maratona de podcasts. Obrigado!

    obs: depois volto com um feedback mais elaborado. Por hora: nunca mais uso a câmera do celular!

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  2. Esse estilo de história é complicado. Você tem duas opções: 1) fazer algo que exploda a sua mente, com um enrendo muito bem amarrado e um puta plot twist; 2) deixa tudo sem explicação, com eventos bizarros, com início e fim, mas sem uma explicação "lógica" para os eventos. Fiquei feliz que a história seguiu o segundo exemplo.

    Falando em histórias sem uma explicação, esse conto me lembrou o filme Pulse (2006) que por sinal é muito bom, mesmo sendo um remake da versão japonesa chamada Kairo - falo isso porque alguns remakes de versões japonesas são tão estragados que chega a dar pena, pra não dizer ódio. Teve alguma ligação com o filme? Pra quem ainda não assistiu, recomendo bastante a versão americana, embora a japonesa também pareça ser muito boa, afinal terror e japoneses sempre dá certo. Além disso, o filme foi dirigido por ninguém menos que Kiyoshi Kurosawa, o cara que dirigiu as versões originais de O Grito e O Chamado.

    Pensando um pouco, talvez tanto os filmes quanto o conto tenham uma mensagem por trás. Talvez sobre o uso descontrolado da tecnologia. É interessante pensar dessa forma. Faz um pouco de sentido.

    Achei interessante a inserção dos pontos de vista do personagem. Deram uma dinâmica bacana pro conto (na hora da narração), mas tenho que perguntar: mudaram a pessoa que dublou? Porque na primeira vez que o Douglas fala a voz parecia diferente. Talvez seja piração minha (...).

    Tenho que elogiar novamente o Dio pela atmosfera que foi criada. Não é o primeiro conto que eu leio (nesse caso, ouço), e a atmosfera que ele consegue criar é ótima. As descrições sempre bem detalhadas (às vezes até demais, alguns jogadores de RPG podem confirmar).

    Será que em algum momento vai rolar a leitura de um certo conto de um certo gato, de uma certa senhora contando uma história para o neto...? Acho que já perguntei isso no outro conto se não me engano. Aquela história se encaixaria perfeitamente na TH.

    Galera, consegui dar um feedback curto, porém falei basicamente tudo que queria falar. O resto fica pra uma outra hora.

    Um grande abraço e sucesso!

    ps: vou jogar na mesa novamente: poderiam rolar umas camisetas em edição limitada da RB. Que fosse uma tiragem bem limitada mesmo, só pros ouvintes mais afincos. Com a temática terror, umas estampas marotas... que coisa linda! Ficamos no aguardo haha.

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